༺ Dafne Aslan ༻Jamais imaginaria na minha vida me pegando beijando um brutamonte arrogante e sem noção como o Santiago. No entanto, ali estava eu, encostada na madeira da varanda, permitindo que ele devorasse a minha boca sem a menor cerimônia ou pudor.A entrega parecia involuntária, um curto-circuito completo no meu cérebro. Por um breve instante, a sensação se mostrou incrivelmente gostosa. O beijo dele carregava uma pegada selvagem, quente e urgente, fazendo uma onda de calor inexplicável percorrer todo o meu corpo.Sinto os meus joelhos fraquejarem levemente sob a pressão, a ponto de soltar um gemido manhoso que escapa entre os nossos lábios.Santiago se afasta milímetros da minha boca, ostentando um sorriso malicioso e vitorioso enquanto sustenta o contato. A proximidade excessiva faz a sua respiração quente bater direto contra a minha pele avermelhada, queimando cada parte do meu rosto.— Você fala o tempo todo que me odeia, passarinha — ele provoca, baixando a voz. — Mas está
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