Alejandro quase pulou da cadeira. Oscar empalideceu, ao ver a porta se abrir bruscamente. — Sabia que é feio escutar atrás da porta, mocinha? — Você não é tão velho assim e se for eleito, será o governador mais jovem do país! — eu estava afiada. Os dois homens ficaram boquiabertos, sem argumentos. Me sacudi, usando de um sarcasmo que eu mesma desconhecia, e falei o que não devia: — Ao menos agora entendo que sou necessária como esposa, pensei que estivesse aqui pelo simples fato de que o seu filho é tão insuportável que não consegue uma babá para ele! Atrás de mim, uma voz ecoou cheia de mágoa. — E você é tão insuportável que precisou ser comprada para arranjar um marido para se casar! Virei-me rapidamente, surpresa, e vi um garoto uniformizado, aparentando seus sete anos, com cara de bravo, os olhos negros como os do pai, soltando faíscas! Eu tentei me retratar ameaçando ir atrás dele, mas Oscar me paralisou. — Por favor, não faça isso! Uma armadilha lhe esp
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