Karina — Tá bom, tá bom! Era dele sim, eu confesso! — admiti, fazendo a Ju comemorar com uma dancinha no sofá. — Mas, amiga... ele é o Richard! Ele é muito galinha, engracadinho, cheio de piadinhas... Ele não é homem de uma mulher só.Ju parou de rir, me olhando com um carinho genuíno, mas sem perder a provocação.— E você ama exatamente isso nele, não ama? Confessa, Kah. Aquele jeitinho palhaço dele te ganha fácil.— E agora, sabe o que vai ser o mais difícil de tudo? — Ju perguntou, mudando o tom de voz para algo mais sério, quase cúmplice.Olhei para ela, confusa com a mudança repentina.— Não... o quê?Ju olhou para baixo, ajeitando a bebê em seu colo. A Sophie tinha conseguido agarrar o próprio pezinho e soltava gritinhos agudos de pura satisfação, com as bochechas coradas e os olhinhos brilhando de um jeito que derretia qualquer um. Ju acariciou a cabecinha dela e depois voltou a me encarar, direto nos olhos.— Olha como essa princesa é linda, Kah... O seu maior problema
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