O carro parou diante da pequena cantina italiana no Brooklyn, um local que o GPS do motorista mal reconhecia. A vizinhança era o oposto do luxo asséptico de Manhattan: havia vida nas calçadas e o cheiro de manjericão e massa fresca saindo pelas janelas abertas.Nicholas desceu do veículo, ajeitando as mangas da camisa de linho. Ele parecia deslocado, uma torre de elegância sóbria em meio ao asfalto desgastado, mas, ao ver Maya hesitar no banco de trás, ele estendeu a mão com uma naturalidade que, até semanas atrás, teria sido impossível para ele.— Respire — ele disse, com um sorriso curto que não alcançou os olhos, mas que era puramente para ela. — Estou apenas sendo um genro hoje, Maya. Pode deixar o CEO no porta-malas.Maya riu, um som nervoso, mas genuíno. Ao entrarem na cantina, o dono do estabelecimento, um senhor chamado Sr. Enzo, acenou calorosamente para Maya, que frequentava o lugar desde criança. No fundo do restaurante, em uma mesa coberta por uma toalha xadrez vermelh
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