perguntei, minha mão subindo pela coxa dela debaixo da saia. Ela arfou, sentindo a pele exposta sob o meu toque. O fogo que eu vinha contendo o dia todo explodiu. Não era bem o que ela precisava, mas era o que precisava expor. — Você me deixou louco hoje... mas eu sei ser paciente. Quero que vá tomar um banho, se deite na minha cama e me espere. Tirei a mão mas ela segurou meu pulso. — Não... eu quero você comigo. ela pediu, os olhos suplicantes. — Eu vou. Mas preciso resolver algo antes, confie em mim. Ela suspirou acenando que sim, toquei seu rosto frio da umidade das lágrimas secas. — Quero que você faça o que eu pedi, agora. Ela suspirou pondo as mãos no peito, deslizando de vagar. — Eu... Sua voz veio baixa, pausada antes da conclusão, um sorriso ladino repuxou nos meus lábios, porque os seus olhos devotos me disseram bem mais que seus lábios. — Diga... Pedi num tom mais baixo, ela suspirou fechando seus olhos, uma tentativa falha de reduzir a i
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