—A propósito, me chamo Erick — ele diz, estendendo a mão.—Prazer, Alice — respondo, apertando sua mão.—Solteira? — ele pergunta, com a voz curiosa.—Casada — respondo, com a voz firme, mostrando minha aliança.—Eu também sou, hahaha — ele diz, rindo. — Brincadeira. Na verdade, sou viúvo.—Sinto muito — digo, com a voz sincera.—Obrigado — ele diz, com um sorriso triste. — Já faz dois anos. A vida segue.—Sim, segue — concordo, com a voz suave.—Então, vou indo — ele diz. — Foi um prazer, e seja bem-vinda à vizinhança.—Obrigada — digo, com um sorriso.—Você é muito linda... Sorte do seu marido — ele comenta, com a voz sincera, um brilho admirado nos olhos.—Obrigada pela gentileza — respondo, com a voz educada.Ele vai embora, e eu entro. Fecho a porta e vou em direção à festa. Mas no caminho, encontro Davi encostado em uma coluna, com os braços cruzados e uma expressão séria no rosto.—Quem era? — ele pergunta, com a voz fria.—O quê? — pergunto, com a voz inocente, embora já saiba
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