— Agora acrescente o fermento e misture bem lentamente com a colher, sem bater muito — ela me orienta, checando o resultado.— Sim, senhora! — respondo, fazendo exatamente o que a minha instrutora mandou.Quando a massa fica perfeitamente homogênea, Alice pega uma forma de alumínio e a unta habilmente com manteiga e farinha.— Agora, despeje a massa aqui na forma e leve para assar no forno preaquecido a cento e oitenta graus por aproximadamente quarenta minutos — ela diz, me entregando a forma.— Opa, opa. Essa parte técnica de forno eu não domino — digo, devolvendo a forma para as mãos dela na hora. — O manejo do fogo é com você.— Tá bom, covarde — ela zomba com carinho, pegando a forma e a levando ao forno com o maior cuidado do mundo.Eu solto um suspiro exagerado de alívio, limpando o suor imaginário da testa e achando que meu trabalho comunitário tinha chegado ao fim.— Bom, agora que eu já trabalhei duro, o serviço acabou, né? — pergunto, ostentando um sorriso vitorioso.— Vai
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