O vento soprava com força sobre o terraço.Arthur continuava olhando para a rua.A caminhonete preta desapareceu entre os carros.Ricardo havia escapado.Mais uma vez.Eduardo aproximou-se.— Não adianta correr atrás dele.Arthur fechou os punhos.— Ele matou meu pai… destruiu famílias… e continua livre.Henrique colocou a mão sobre seu ombro.— A justiça não termina em uma perseguição.Ela começa quando a verdade vem à tona.Arthur respirou fundo.Pela primeira vez, escolheu não agir movido pela raiva.⸻Enquanto isso, em um galpão abandonado nos arredores da cidade…Ricardo entrou apressado.Seu rosto já não demonstrava a mesma confiança.Ao abrir uma porta de aço, encontrou apenas uma pessoa esperando.Era uma senhora de cabelos brancos, elegante e de postura firme.Ela permanecia sentada, observando-o em silêncio.— Você falhou, Ricardo.Ele abaixou a cabeça.— Arthur conseguiu copiar os arquivos.Ela levantou-se lentamente.— Eu avisei que subestimá-lo seria um erro.Ricardo resp
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