No dia seguinte, ele estava mais leve, ainda sentindo os efeitos dos amassos no carro com seu alfa, em um beco qualquer por aí. Foi difícil se despedir dele. Depois de tudo aquilo, sua vontade era puxá-lo para dentro e terminar tudo em seu quarto. Mas, com sua mãe em casa, não dava, principalmente porque os cômodos eram próximos. O que só lhe restou foi deixar seu alfa ir e se contentar com as mensagens mais fofas de boa-noite. Ele tentou disfarçar as orelhas e os olhos inchados pelo sono. Bom… se falasse que havia dormido bem durante a noite, seria uma tremenda mentira, porque não parava de pensar no seu alfa e naquela língua abençoada por todos os deuses eróticos e depravados. Ele sentia ciúmes só de imaginar que alguém já havia sentido aquilo. Assim que deu a hora de Adrien buscá-lo, deu um beijo em Diana, que estava acordando, e saiu de casa apressado. A ida até a empresa foi tranquila. Ele sentiu seu alfa tenso assim que entrou no carro, então soltou seus feromônios, e a mudan
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