Evangeline— Você é mesmo muito canalha, Luciano. Como tem coragem de sequestrar a mulher do seu primo? Nós dois estudamos juntos.— Não é nada pessoal, Eva, mas eu preciso de grana. O seu homem não quis me dar, então tive que fazer isso. Danilo é muito rico. Cem milhões de reais não vão deixar ele pobre.— Estou grávida. Você não vai me machucar, né?Ele se aproxima e toca no meu queixo de forma bruta.— Se precisar, eu machuco, sim.— Por favor, Luciano, me solta. Se eu pedir para o Danilo, ele vai te ajudar.O desgraçado me dá um tapa.— Eu não quero esmola. Danilo sempre teve tudo, e eu nada. Ele vai ter que me pagar por ter me feito sofrer. Não é justo ele ser o poderoso Sr. Cavalcanti e eu um inútil perdedor.— Você é doente. O seu destino vai ser apodrecer no presídio, verme imundo invejoso. Nunca vai ser igual ao meu homem, nunca.— Eu só não te dou uma surra porque estou de bom humor, mas, se falar assim comigo de novo, eu faço você perder esse bebê que está na barriga.Diz,
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