Cael Sterling.Eu tenho quase certeza de que, se existisse um prêmio mundial para o pior pai do ano, eu ganharia o primeiro lugar sem precisar fazer o menor esforço.E o pior de tudo? O que realmente me incomoda de uma forma genuína e preocupante não é o título em si, mas o fato de que eu provavelmente mereço cada grama dele.Em uma quarta-feira normal, uma tarde perfeitamente comum, eu estaria exatamente onde deveria: no topo do meu império.Estaria trancado na minha sala na Sterling Corp, revisando relatórios mensais meticulosos, aprovando novos projetos multimilionários ou, na maioria das vezes, recusando propostas absurdas que alguns dos meus sócios insistem em empurrar goela abaixo.Ou, quem sabe, eu estaria no comando de uma sala de reuniões lotada até a tampa de acionistas, diretores e todo tipo de sanguessuga corporativo que você possa imaginar.Eu estaria sentado lá, em silêncio, observando-os discutir entre si sobre mudanças estruturais que jamais seriam feitas, pelo simples
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