Se repreendeu, pensando no quanto era tola. Arthur havia deixado perfeitamente claro que, para ele, as mulheres só serviam para satisfazer seus desejos, não para criar laços. Balançou a cabeça, tentando afastar esse pensamento. Para sua surpresa, não houve nenhuma desculpa para voltar ao hotel apenas para escapar dali.— Sem dúvidas devemos levar essa peça — comentou, apontando para um pijama de leão com uma juba na touca. Esmeralda pretendia ignorar sua presença durante as compras, mas isso se tornava cada vez mais difícil diante da atenção que demonstrava. — É a coisa mais fofa que já vi. — Tem de zebra e dinossauro também, vou levar todos — ele disse, sorrindo.Ela revirou os olhos diante de tanta empolgação e decidiu focar em outras peças. — Quando voltarmos, precisamos comprar um carrinho de bebê, vai facilitar muito. — Precisamos?— Sim, ou pretende carregá-lo nos braços por todo lugar? — Não, eu sei disso. Só pensei que faria isso sozinha. Havia um leve ressentimento em
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