Esmeralda escutou uma voz que fez um arrepio percorrer sua espinha; mordeu os lábios, insegura. Caminhou até a sala de estar e encontrou Margarida resmungando algo para Penélope, que parecia desesperada para sair dali. — Que absurdo, toda mulher deve se casar e formar uma família. Deus nos criou para ser companheira do homem e você me diz que não pensa em se casar tão cedo. Pois eu digo que deve aproveitar enquanto pode ter filhos; quando estiver velha será tarde demais. Esmeralda conteve o riso. Penélope estava pronta para rebater à altura quando Henri se levantou alegre ao notar sua presença. — Prima! — disse, aproximando-se e cumprimentando-a com um abraço.— Sobrinha, fico feliz que tenha chegado. Quem sabe, se disser sua opinião sobre o casamento, consigo colocar algum juízo nessa cabeça de vento — comentou Catarina, olhando em sua direção. Penélope encarou a cunhada com a boca aberta, como se não acreditasse no que havia escutado.— Estou tentando dizer à sua querida tia que
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