Ela nem chegou a responder e o sentiu a invadindo lentamente. Ele a pen.etrou e gem.eu de te.são, foi metendo cada vez mais fundo devagarinho. Darla começou a arfar, sentindo arder muito, de olhos fechados agarrou o lençol, mantendo as duas mãos longe do corpo dele. Radael se aproximou, a envolvendo em seus braços, metendo lentamente, indo e vindo. Começou a beijar sutilmente no rosto, na boca, no pescoço. Parou de se mover, soltando o pré-go.zo, com o pa.u quase todo dentro dela. A sentia muito apertada, ainda resistente. Darla o olhou emotiva, estava engolindo o choro, virou o rosto evitando um beijo, perguntou apreensiva: — Tem como acabar logo? Nem precisa pagar nada. É que... Ele franziu a testa, perguntou sério, nitidamente frustrado, incomodado: — Quer parar? Ela assentiu desconcertada em silêncio. Ele saiu de dentro dela, viu que estava sujo de sangue, foi levantando irritado, pois se sentiu mal com ela quase chorando.
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Capítulo 18
Os dois foram indo devagar em direção à saída da fazenda, ela começou a falar: — Eu tive um cavalo quando meus pais eram vivos. Radael estava curioso, perguntou: — Ah é? E como era a sua vida antes? Darla suspirou, pensativa, respondeu nostálgica: — Era muito boa, com tudo no lugar. Tínhamos criação de porcos, muitas galinhas, plantações. — Meu irmão não soube administrar tudo, ele era novo também. — E… eu sou uma intrusa, ele tem família agora. Sinto sempre que estou incomodando, sobrando. Em todas as datas, ele só dá presente para as crianças. — Não que eu seja tipo infantil, sei que sou adulta e tenho que entender, mas me chateia sempre ficar de fora, com tudo. — Ele me prendeu tanto, eu me sentia sufocada o tempo todo. Sempre quis trabalhar pra poder ter meu dinheiro, comprar as coisas que gosto. — Ele tinha medo de eu ir embora casada, esquecer deles e agora fui, me perdi, nunca mais vou t
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Capítulo 19
Darla levantou, falou com deboche, triste e frustrada: — Até parece que você se importa, né? Acabamos de nos conhecer. Parou na frente dele, apontou para a boca: — Eu posso ser burra, mas não ingênua. Me dá. — Você não quer que eu fique, só está com pena ou segundas intenções. Ele serviu um gomo na boca dela, cerrou os olhos, intrigado e mais envolvido do que gostaria, louco para aumentar as propostas indecentes: — Você não é burra e nem muito menos ingênua. Eu me importo com coisa errada. — Mulher só apanha na cama. Com a bunda pra cima, sabe? — De quatro, de lado. — disse, servindo outro gomo na boca dela, com um sorriso malicioso. Darla começou a rir, respondeu se afastando constrangida: — Não, não sei. — Posso te fazer uma pergunta? — disse, andando entre as árvores frutíferas. Radael foi atrás, falou que podia. Ela estava o evitando, andando em círculos, falou apreensiva: — E se eu tivesse algum defeito? Você iria continuar tentando? — Sei que ficou i
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Capítulo 20
Ele respondeu sério:— Foi desgastando, e eu gostava de encher o caneco.Darla perguntou curiosa:— Como ela era? A mãe dos seus filhos?Radael sorriu nostálgico, respondeu:— No começo? Maravilhosa, linda, gostosa, divertida e um pouco mais velha que eu.— Ela me deixava doido, foi minha primeira mulher, fez de tudo pra eu não ficar com mais ninguém.— Fui pai com dezoito anos. Ela tinha sua idade.Darla franziu a testa, perguntou confusa:— Nossa, tão novo. Você queria? Engravidar ela?Ele respondeu rindo:— Não, né? Queria go.zar dentro, fazer uma coisa bem feita. Éramos jovens e loucos.— Fazíamos em qualquer lugar, toda hora, de todos os jeitos. Mas ela queria engravidar e eu me apaixonei. Casamos, construímos nossa família e fomos felizes. Muito.Darla ficou levemente incomodada, falou com deboche:— Vai chorar? Você ainda ama ela?— Ela te deixou?Ele ficou sério, falou com afronta:— Eu não choro por mulher. Eu amo fod.er com ela. Vez ou outra, quando dá, a gente mata as sauda
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