A polícia chegou, apontou para Emma e ordenou que baixasse a arma, mas ela queria levar Maite consigo. Tentou disparar novamente contra Maite, que estava em choque, olhando para o marido caído no chão com uma bala nas costas.Ao tentar matar Maite, a polícia atirou, derrubando Emma.Elisa saiu do carro; ao ver Marcos no chão, levou a mão ao peito, os joelhos fraquejaram e Santiago evitou que ela caísse.— Você não, Marcos! Você não pode me deixar! — Ela já havia enterrado o marido, o filho e agora o neto. Dito isso, desmaiou.Maite, por sua vez, deixou o menino no chão. Seus joelhos bateram contra a terra, e suas mãos trêmulas foram até o rosto do amado. Soltando um grito de impotência, ela o abraçou, afundou o rosto em seu pescoço e sentiu o pulso muito fraco. Imediatamente o afastaram, colocaram-no na maca e o levaram para a ambulância.Maite abraçou novamente o filho; não queria soltá-lo, mas também não queria deixar o marido sozinho. Porém, agora ele precisava mais dela; por isso,
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