Acordei com o corpo dolorido, deitada em uma cama que eu conhecia bem demais. O teto de pedra escura, as cortinas pesadas vermelhas, o cheiro de lenha e incenso… Eu estava na fortaleza de Roberto. Quando foi que vim parar aqui? Sentei-me com dificuldade, a barriga enorme me atrapalhando. Roberto estava sentado em uma cadeira ao lado da cama, me observando em silêncio. A raiva explodiu dentro de mim como lava. Eu me levantei cambaleando e, com toda a força que ainda tinha, dei um tapa forte no rosto dele. — SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO! — gritei, a voz rouca de ódio. — Seu merda fedorenta, seu escroto ambulante, seu cu de macaco sarnento! Como você tem a cara de pau de me sequestrar de novo, sua porra de cachorro vira-lata?! Eu acabei de parir, seu imbecil filho de uma cadela no cio! Seu pau mole, seu corno manso, seu lixo tóxico humanoide! Vai tomar no cu até o talo, Roberto! Seu verme nojento, seu bosta seca, seu pentelho encravado! Eu te odeio com todas as forças do meu ser, se
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