ALINA “Alina?” Uma voz suave, quase como uma melodia, chama meu nome. “Mãe?” “Olá, minha borboletinha... Olha só a mulher linda que você se tornou.” “Mãe... Isso é real? Eu morri?” “Ainda não, meu amor. Tem alguém que precisa de você.” “Não, mãe. Ninguém precisa de mim... Mas eu preciso de você. Eu quero ficar com você.” “Eu tô sempre com você, querida. E o que eu sempre dizia sobre ajudar os outros?” “Que é um dos maiores presentes da vida. Mas eu...” “Tem alguém que precisa da sua ajuda, Alina.” “Quem?” “Eu te amo, minha doce menina.” “ALINA?! ACORDA!” gritos desesperados me puxam de volta, e meus olhos piscam devagar, ainda embaçados. Vejo silhuetas borradas ao meu redor, todas olhando fixamente pra mim. “O quê... o que aconteceu?” sussurro, com a voz fraca, tentando erguer a cabeça. Qualquer movimento parece fazer tudo girar. “Meu Deus, você tá bem?” a voz de Carina soa nítida agora, cheia de preocupação. “ Tô… eu acho. O-onde eu tô?” pergunto, ainda perdida. “No
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