GREGORIO POVIsso tá além de qualquer coisa que eu poderia imaginar. Passei os últimos sete meses sendo jogado em situações impossíveis, potencialmente fatais, mas em termos de surpresa... Essa ganha disparado.“Alina, eu-” começo, na esperança de que ela me interrompa - exatamente o que ela faz. “Por favor, não.” Ela corta minhas palavras.E, sinceramente, ainda bem que fez isso, porque eu não faço ideia do que dizer. Não existe nada que eu possa falar ou fazer pra consertar isso, só voltando no tempo pra apagar a dor que ela deve ter sentido.De repente, eu queria poder apagar as palavras que disse agora há pouco. Não existe comparação possível. Por mais que eu tente, nunca vou entender o que ela passou, porque, pelo menos, eu sabia que ela estava segura. Se eu tivesse no lugar dela eu seria muito mais fraco. Só de imaginar que ela pudesse não estar viva, isso já seria o suficiente pra me enlouquecer. Eu não suportaria. “Como você pode achar que entende o que é estar grávida do
Ler mais