GREGORIOLevanto da cadeira num pulo, meus olhos ainda fixos nela. Vou atrás dela, mas ela se vira e sai correndo. Estou sendo muito paciente. Estou cansado de brigar e de deixar ela triste.A sigo até o quarto e abro a porta que ela fechou atrás de si, entrando logo depois.“Eu posso explicar.” Suspiro, me aproximando dela enquanto ela caminha até a cama. Seguro seu pulso, mas ela se livra do meu toque.“V-você prometeu que não ia machucá-lo.” Ela murmura, as lágrimas já escorrendo por seu rosto.“Isso foi antes de você me contar qualquer coisa. Droga, você sabe como eu fico com essas coisas.” Tento acalmá-la, mas ela apenas fica ali, com uma expressão fechada.“Mas você me disse. Você prometeu, você prometeu que não machucaria mais ninguém.” Ela fungou, limpando a bochecha.“Assim que você me contou, eu parei. Você sabe que eu nunca faria nada para te magoar.” Explico, tentando fazê-la entender. É frustrante.Ela fica em silêncio antes de finalmente dizer: “E-eu acho que quero ficar
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