POV: MOON BITTENCOURTA luz fraca da manhã cortava a fresta da cortina, clareando o teto do meu quarto em linhas cinzentas. Tentei me mexer, mas um puxão ardido e latente no topo das minhas coxas me fez soltar um gemido baixo. Minha pele estava quente, completamente hipersensível; o tecido leve do baby doll roçava contra os meus mamilos ainda castigados pela sessão da noite anterior. Virei o corpo devagar, sentindo cada músculo protestar, e passei a mão pelo colchão.Ele tinha ido embora. Mas o lençol sob o meu corpo era macio, impecavelmente limpo e exalava um cheiro suave de lavanda. Ele realmente tinha me pego no colo com o maior cuidado, me limpado com a toalha e trocado a cama inteira enquanto eu apenas o observava, indefesa.Fiquei encarando o teto, estática. O zumbido agudo daquela máquina de choque ainda parecia ecoar dentro dos meus ouvidos, fazendo minha mente vibrar. Ele tinha dito que me amava. As palavras dele continuavam martelando na minha cabeça, parecendo uma loucura
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