Eu deveria ter desconfiado. A essa altura, já não fazia mais sentido classificar as coisas que estavam acontecendo na minha vida como coincidência ou acaso. Tudo parecia cuidadosamente alinhado para me tirar do eixo, como se alguma força invisível estivesse, pouco a pouco, empurrando cada peça na direção errada — ou talvez na direção certa demais para ser confortável.E, ainda assim, nada me preparou para vê-lo ali.Na ala executiva.No último andar.No espaço mais controlado de toda a empresa, onde cada passo era observado, cada acesso era restrito e cada pessoa tinha um motivo muito claro para estar presente. N&at
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