NylaMinha mãe está praticamente só o pó. A pele está servindo mais como uma roupa para cobrir seus ossos do que qualquer outra coisa.Meu coração se aperta e lágrimas escorrem pelo meu rosto.“Nyla... o que faz aqui?” Mamãe diz baixinho e fraca.Me agacho na direção dela e, por um instante, fico apreensiva de tocá-la, com medo de que qualquer toque meu possa quebrá-la.Kayla, por sua vez, estende a mão para mim, seus dedos longos e ossudos estão frios e rígidos. Mesmo assim, o toque dela me aquece, me conforta.“Vim buscá-la, mamãe.” Respondo chorosa. “Vim salvá-la.”Mamãe balança devagar a cabeça, negando minhas palavras.“Nyla, não deveria ter vindo para cá, minha filha. Aqui não é o seu lugar.”Aperto um pouco sua mão, tentando confortá-la e animá-la.“Aqui não é o lugar de ninguém, mãe! Nunca me perdoaria se eu não viesse aqui para buscá-la.”Kayla coloca a mão em meu rosto, acariciando de leve a minha bochecha.“Você parece bem, minha filha. Ganhou mais peso, isso é bom.”Uma ri
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