As luzes da sala de tratamento diminuíram, e a voz do Professor era extremamente suave, envolvendo a consciência de Adelaide como uma maré.Adelaide então adormeceu.Na escuridão, ela correu freneticamente por um corredor que parecia não ter fim. Das portas embaçadas de ambos os lados, vinha um som fraco, como o choro de um bebê."Bebê?" Ela empurrou as portas uma a uma, mas os quartos estavam vazios, exceto pelo carrinho de bebê que balançava suavemente.Os gritos ficaram distantes.Ela caminhava descalça sobre os ladrilhos frios do chão, sentindo como se algo a estivesse apertando no peito. Atrás da última porta, restava apenas uma pequena meia, delicadamente pendurada na beirada da cama.Ela hesitou ao dar um passo à frente, estendendo a mão para pegar a meia minúscula, quando tudo à sua frente — o quarto, o carrinho de bebê e a meia — desapareceu.Adelaide sentou-se abruptamente, ofegante.Estava encharcada de suor frio e, quando as luzes da sala de tratamento voltaram a acender,
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