EDILENA NARRANDO:O quarto estava mergulhado em uma penumbra sufocante. Meu coração martelava no peito enquanto observava Guero se levantar da cama e caminhar até o armário. Cada movimento dele parecia calculado, carregado de um domínio que me deixava sem saída. Quando ele se virou para mim, seus olhos brilhavam com uma determinação fria e ele segurava algo em suas mãos,um vibrador rosa, de textura macia e ponta metálica. Meu rosto esquentou instantaneamente.Ele subiu na cama, aproximando-se devagar, como um predador que saboreia o momento antes de capturar sua presa. Engoli em seco, sentindo meu corpo arrepiar de expectativa.— Você tem medo de mim, não tem? — Sua voz carregava um misto de diversão e ameaça.Engoli em seco, meu corpo encolhendo instintivamente.— Guero, por favor… Não faça isso! — Minha voz saiu baixa, quase um sussurro.Ele soltou um riso curto, sem humor.— Chega de ouvir “não” saindo da sua boca. Se quiser continuar viva, que eu ature sua mãe, sua tia, sua prima
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