Querer ou não querer, era a batalha interna que Cíntia lutava entre seu corpo e mente. Seu corpo dizia: quero. Sua mente dizia: não quero.Assim que a mão dele alcançou seu seio por baixo de sua blusa, ela soube que a batalha estava perdida. Suas unhas cravaram em seus ombros já sem a camisa. Ela sonhara várias vezes em repetir aquela noite em que fora drogada e ficara com ele. Só não queria admitir para ela mesma que o queria. Não tinha como não querer. Filipe era bonito, intenso, perigoso. Aquela combinação que não dá para resistir.Mas seu pai não gostava dele, não aprovava ele. O próprio Filipe a queria só para provocar seu pai. E lembrar disso a fez retroceder. Por mais que o quisesse, também tinha o desejo interior de ser amada de verdade. De que ele a quisesse não para provocar seu pai, mas porque realmente a achava interessante.- Eu sei o que você está fazendo. - disse parando de beijá-lo, ele foi para seu pescoço.- O que amor?- Não sei o motivo de você e meu pai não se gos
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