A limusine blindada deslizou silenciosamente pelo portão de ferro forjado. Sophia observava, com o coração apertado, os jardins que antes eram cenários de seus jogos com Alexander, agora cobertos por um manto branco e lúgubre. As estátuas pareciam sentinelas observando sua queda. Alexander não disse uma palavra durante o trajeto do aeroporto. Ele permanecia rígido ao lado dela, o maxilar travado, exalando um perfume de uísque e poder que a sufocava. Quando o carro parou diante da escadaria principal, ele desceu e, sem qualquer cavalheirismo, segurou o braço dela com firmeza, arrastando-a para dentro. — Bem-vinda de volta ao seu inferno, Sophia — ele sussurrou, a voz rouca de desprezo. Assim que as portas duplas de carvalho se abriram, um vulto pequeno e animado atravessou o hall de entrada. — PHIA! PHIA! VOCÊ VOLTOU! Era Gael. O menino, que agora parecia um pouco mais alto e com os cabelos pretos mais rebeldes, corria com os braços abertos, o rosto iluminado por uma alegri
Ler mais