AresJá tínhamos gozado duas vezes e eu só queria me afundar dentro dela novamente.Cazzo, tô em frenesi, ela é fogo puro, quente como o sol da Sicília, eu achei que quando a coloquei de quatro ela ia recuar, mas não.Comecei a beijar as costas dela, deslizando a língua por cada curva… ela rebolava, esfregando-se em mim, eu quis torturá-la um pouco… e marcá-la de verdade, como quem reivindica território da Famiglia. Em cada pedaço que minha boca passou, deixei uma marquinha vermelha, um selo silencioso de posse.Fiquei indo e vindo, roçando nela, sem entrar ainda, só provocando.— Para… isso é tortura, só mete logo.— Bocuda sempre, mia.Digo sorrindo e metendo forte de uma vez, fundo, sem piedade.Nem eu aguentava mais a provocação. Agarrei os cabelos dela com a mão e comecei a meter ritmado, ela gemeu alto, e eu acompanhei porque o aperto que ela fazia… porca miseria, de onde essa mulher tirou isso? Era como se quisesse me prender dentro dela para sempre.(*****)IrinaA brincadeiri
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