—Porra Riccardo, que susto que me você nos deu. Vê se não faz mais isso, seu FILHODAPUTA sortudo! —Roberto foi o primeiro a falar, com empolgação genuína por me ver acordado sendo seguido por nossa mãe que fala calmamente, a essa altura já estando ao meu lado, me observando com cautela.—Filho, que bom que acordou. Como está se sentindo?—Com muita dor e esperando melhorar logo…Respondi sendo sincero, pensando na possibilidade de pedir alguma medicação. Seus rostos estavam em uma mistura de preocupação, felicidade e alívio, mas mais afastado estava Rafaele. Cabeça baixa, olhando por baixo dos cílios e sem graça, como se quisesse falar mas estivesse esperando o momento certo. —Tu sangrou tanto que achei que dessa vez fosse nos deixar! —Roberto insistiu, chamando minha atenção.—Não tenho essa pretensão! Ainda vão ter que me aturar por muitos anos.Ele sorriu, realmente feliz por eu estar bem. Passou a mão nos meus cabelos, bagunçando-os como gosta, sabendo que me irrita, respondendo:
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