38. Sem Direito à Ressaca
"Quando cheguei aos seios de Isadora, beijando seus mamilos grandes e empinados, meu celular tocou em meu bolso. O tirei e o joguei longe. Ele tocou de novo, no mesmo volume. Peguei uma marreta debaixo da mesa e corri atrás dele. Quanto eu mais tentava alcançá-lo, mais longe ele estava.”Então, acordei: sozinho na cama, sentindo uma doída ereção. Embora a imagem de Isadora fosse tão vívida, ela não dormia ao meu lado. Meu celular tocou de novo.“Nem direito à ereção matinal, ao sonho, à ressaca, eu tenho!”, reclamei para mim mesmo, antes de olhar para o nome do maleditto que eu planejava matar por ter me tirado do meu sonho bom.No visor, Thiago.— Porra, Thiago, agora é você quem levarei para a caverna? — atendi sem mais delongas.— Senhor Maranzano, não seja tão cruel com teu subordinado.Tratava-se de uma voz rouca e cansada, de quem já falou muito durante a vida. Não reconheci de imediato.— Por que está com a porra desse celular? É melhor dizer agora onde meu Underboss está!Leva
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