Felizmente, o corredor estava quase vazio — do contrário, Isabela teria ficado vermelha demais para continuar de pé."Desculpe o susto." Ela olhou para um banco próximo. "Você está livre agora? A tia queria bater um papo."Como Samia poderia recusar? O cheque ainda estava úmido de suor na palma da sua mão."Claro.""Senta aqui." Isabela percebeu o desconforto dela e se aproximou, parando bem à sua frente. Sua postura era leve, o tom de voz caloroso. "Você..."Samia sentou, empurrou o cheque de volta para a mesa e disse com delicadeza: "Tia, vou pensar no seu pedido — mas o cheque eu não posso aceitar."Ela jamais conseguiria se olhar no espelho se aceitasse dinheiro da tia fada.Isabela sabia muito bem que estava pedindo demais, e que usar dinheiro para tentar comprar o coração alheio não era o seu estilo. Numa situação normal, ela nunca faria isso."Samia, você consegue entender a tia, não é? O Killian é sangue do meu sangue. Não suporto ver ele sofrer assim. Mas é só um desejo meu —
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