Killian não quis se manifestar.Em seus breves sete anos de vida, ele havia sido acompanhado apenas pela mãe. Desde tomar leite até engatinhar, dar os primeiros passos e ir à escola, Isabela havia cuidado de tudo sozinha.Na visão dele, contanto que a mamãe estivesse feliz, ela não precisava estar com ninguém além de seu pai biológico, Maison.Em seu pequeno mundo interior, ele tinha seus próprios padrões. Não chamaria alguém de "Pai" a menos que essa pessoa atendesse às suas expectativas. Da mesma forma, se alguém as atendesse, o chamaria de pai — independentemente de ser seu pai biológico ou não.Nenhum som veio do ombro de Maison por um longo tempo. Ele sorriu com uma ponta de autodepreciação e não insistiu.— Filho, manter-se fiel aos seus princípios é uma coisa boa. Não há necessidade de mudar. — Uma rara ternura surgiu em sua voz. — Seu pai espera que, quando você crescer, ainda seja capaz de defender o que acredita diante de todas as tentações do mundo.Killian franziu os lábios
Ler mais