Killian olhou fixamente para as duas notas de banco em sua palma.Na verdade, João poderia ter falado com ele adequadamente — não havia necessidade de enfiar coisas sujas em suas mãos.Ele empurrou as notas de volta, dizendo: "Não precisa. O certo é ajudar uns aos outros."João deu uma risadinha, surpreso com o fato de aquela pessoa popular do dormitório ser tão fácil de conversar e não ter nenhuma afetação.Ele olhou para o relógio, saiu correndo e, sem esquecer, virou-se para trás e gritou: "Obrigado, irmão Killian!"Killian, que inicialmente veio para estudar, agora estava fazendo trabalho voluntário — ajudando esta ou aquela pessoa.No entanto, a vida nunca está inteiramente sob nosso controle, não é mesmo?Killian admitiu isso.Seu olhar se voltou para a garota que precisava de sua companhia e, com um simples olhar, sua sobrancelha se contraiu violentamente.Como poderia ser ela.Samia ficou atônita por um longo tempo.Ela jamais imaginou que um encontro casual durante um emprego
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