— O que… — não deixei que ela terminasse a pergunta. As bochechas estavam vermelhas, a respiração descompassada, e eu sabia que sua calcinha estaria arruinada de tão molhada, pois era exatamente isso que os olhos brilhando com excitação me diziam. Mordisquei o lábio inchado dela antes de virá-la contra o vidro. Suas mãos se apoiaram ali enquanto eu movia as minhas por suas costas, procurando o zíper do vestido e arrancando-o dela com rapidez, deixando-a completamente nua com uma velocidade alarmante. — Diga o que quer, oncinha. Quero ouvir da sua boca o que você quer. — Ohh… eu quero você, John. Quero você! — ela exclamou, ofegante, balançando a bunda em minha direção. — Eu estou aqui, e você sempre vai me ter — segurei meu pau pela base e esfreguei em sua entrada, sentindo seu calor escorregadio, tão pronta para mim, tão preparada para me ter fundo, que bastaria só um movimento para me enterrar dentro dela. — Seja mais específica. Diga como quer isso. — Por favor… — Diga
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