103. Sem divórcio – Parte 2
carolinaEsfrego os dedos, sentindo como se fossem se desprender caso continuem suando dessa maneira, tudo por não conseguir controlar os meus nervos. E, ainda assim, não faço ideia de como poderia ser diferente. O que mais eu faria?— Acho que não — respondo, e ele exibe um sorriso estranho.— Acha que não? Acredito que vou ter que mudar sua mente nos próximos meses — reflete, como se essa fosse a única resposta aceitável, quando, na verdade, há uma imensidão de possibilidades que poderiam ser consideradas nesse momento.Ainda que essa resolução soe agradavelmente simples — afinal, não prejudica nossa filha —, não sei se gosto do que pode vir me assombrar no futuro. Porque, ao encarar seu rosto, é como ver um alerta silencioso de que acabo de colocar o ponto ma
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