O relógio na parede da maternidade parecia correr em um ritmo próprio, marcando o compasso de uma espera ansiosa que durava nove meses. Dois meses haviam se passado voando desde os últimos sustos, e a calmaria finalmente se estabelecia na família.O avô de Henry apresentava uma melhora encorajadora a duas semanas; já acomodado na suíte VIP, ele já tinha deixado a UTI. Isso deixou Henry mais ao lado de Zoe nos últimos dias.O choro agudo rompeu o silêncio da sala de parto, anunciando a chegada de Henrico. Quando a enfermeira entregou o pequeno embrulho nos braços de Henry, o mundo exterior deixou de existir. Henry, sempre tão firme, sentiu as pernas fraquejarem. Lágrimas de uma alegria pura e desconhecida inundaram seus olhos ao tocar a pele macia do filho. Naquele instante, ele não era o herdeiro de um império, mas apenas um pai maravilhado. Henrico era lindo.No quarto, o clima era de festa e ternura, Laura, a mãe de Zoe, não conseguia conter o sorriso. Ao observar o neto, foi categó
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