EU CANSEI, HENRYO silêncio da mansão Salvattore, era quase sepulcral naquela noite de sábado. Todos já dormiam quando Henry cruzou o limiar da porta principal, os ponteiros do relógio já se aproximavam das 23:30. Uma semana em Roma, mergulhado em reuniões exaustivas na filial do grupo, foi superado com o descanso nos últimos dias da semana.Ele subiu as escadas com passos pesados, embora tentasse não fazer ruído. Ao entrar no quarto, a penumbra era quebrada apenas por uma suave luz de apoio. Zoe estava lá, entregue ao sono, cansada de uma espera que se estendeu por dias. Henry parou aos pés da cama e a observou. Antigamente, aquele retorno seria marcado por um abraço impetuoso e relatos entusiasmados; agora, ele apenas suspirou. Seus olhos, que antes carregavam um brilho vibrante e decidido, pareciam opacos, como se estivessem nublados por um segredo ou um peso que ele não podia compartilhar.Após um banho demorado, onde a água quente parecia não ser suficiente para lavar suas preocu
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