Luna:— Para casa, senhorita?— Oh, sim. Ainda dá tempo de levar essas coisas para lá e volto correndo para o serviço — respondo alegre, segurando o delicado embrulho em meus dedos.E, entre o caminho de casa, quase me aproximando, me sinto uma tola por ter esquecido a vela do bolo.— Antony, me deixa aqui rapidinho. — Toco em seu ombro, o fazendo parar na frente do supermercado. — Olha, faz assim, como nosso tempo está curto... — Olho para meu pulso, vendo a hora no relógio. — Vá indo para casa e deixe essas coisas lá, Rana vai saber que é para guardar na geladeira.— Mas não quer que lhe espere?— Vai ser coisa rápida, cinco minutos e vou chegar em casa antes de você descarregar as compras.Sorrio para ele, piscando. Abro a porta do carro. Aperto a bolsa e a sacola em meus dedos, como se fossem uma só.— Não quer que leve essa, senhorita? — Olho sorrindo para a sacola em minhas mãos, parada na calçada.— Vou levar isso junto, aquelas duas são muito curiosas!Antony apenas ri, sabend
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