O sorriso dela se alargou no reflexo do espelho, mas suas bochechas continuavam deliciosamente coradas. Antonella enxaguou a boca rapidamente, deixou a escova de dentes de lado e se virou para mim. Ela não usava absolutamente nada, e ver aquele corpo perfeito, com as curvas que eu conhecia centímetro por centímetro, caminhando em minha direção sob a luz difusa da manhã, fez meu sangue ferver. O pau, que já estava rígido, ficou ainda mais ,estava pulsando por ela , por sentir sua buceta quente me apertando. Ela deu o último passo e entrou no box. O choque da água morna contra a pele dela a fez soltar um leve suspiro, arrepiando-se instantaneamente. Antonella não esperou. Ela deu um passo à frente, colando o peito macio contra o meu peito largo, rompendo qualquer distância. O contraste da pele dela, suave e úmida, contra a minha, bruta e faminta, foi um estopim. Passei as duas mãos pela cintura dela, puxando-a para mais perto, até que não houvesse um milímetro de ar entre nós.
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