161. CONHECENDO OS GARIBALDI
DILETTA:Dirigimo-nos para fora da casa de banho, em busca do meu irmão Nectáreo. Não podia deixar de observá-la, o seu longo cabelo encaracolado brilhava como o ouro e os seus olhos verdes eram incríveis, nunca tinha visto uma cor como a dela, o seu rosto era rosado e os seus lábios vermelhos como o próprio sangue. Em verdade Cristal era de uma grande formosura e fazia um contraste majestoso com o aposto Italiano que era o seu marido Gerónimo. Ao longo do caminho, a curiosidade borbulhou dentro de mim, impossível de conter, e encontrei-me a perguntar sobre a dinâmica da relação entre eles. —Perdão, Cristal, mas é que a curiosidade consome-me. Gerónimo é um homem muito aposto, cobiçado por muitas, não sentes ciúmes ao ver mulheres a atirar-se-lhe descaradamente? —inquiri com a minha habitual franqueza, sem rodeios. Ela em verdade era uma beleza única, não só pelo seu físico, mas sim por como era. Podia aperceber-me de que era sincera, honesta e uma boa pessoa. Mas sobretudo, que não t
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