NATELuisa estava diferente.Não dramaticamente — ela ainda era ela, ainda carregava o Sr. Nuvem para todo lado, ainda preferia desenhar a falar, ainda tinha aquela seriedade dela quando estava processando algo. Mas havia uma qualidade diferente agora, depois de ter conseguido dizer o nome de Ella no domingo.Era como se uma porta que estava trancada há anos tivesse sido aberta um centímetro, e agora a luz estava começando a entrar.Na segunda de manhã, ela cantarolou o caminho inteiro até a escola.Não melodia reconhecível — apenas som saindo dela voluntariamente, testando volume, testando o que era possível. Ella dirigia (eu tinha dado permissão para usar o carro semanas atrás, depois que ficou claro que precisávamos de dois adultos móveis), e eu ia no banco de trás com Luisa, observando.— Você está feliz hoje — disse Ella, olhando pelo retrovisor.<
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