A MANHÃ DEPOISOTTOAcordei antes de Savannah e, por alguns momentos, permaneci imóvel, observando-a deitada ao meu lado. A luz suave da manhã penetrava através das cortinas, moldando delicadamente o contorno do seu rosto de maneira quase irreal. Com os cabelos espalhados sobre o travesseiro, sua respiração tranquila e corpo relaxado criavam uma paz inigualável, uma sensação que eu nunca havia experimentado antes. Foi então que percebi algo simples, mas profundo: eu não queria mais acordar sozinho.Inclinando-me lentamente, toquei seus lábios com um beijo suave, quase um sussurro. Ela se mexeu em resposta para ir se ajustando à realidade. Então, dei outro beijo, agora um pouco mais demorado, como um artista que busca capturar a beleza efêmera de um momento. Savannah soltou um murmúrio baixo, transicionando do sono para a consciência, e abriu os olhos lentamente. Sua expressão era uma mistura de confusão e fascínio, como se estivesse desbravando um nov
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