Depois de tirar toda a minha roupa, abro a porta do banheiro e entro. Paro por um instante atrás do box de vidro embaçado.Suspiro.Entro.Deslizo a porta de vidro atrás de mim. Matteo sabe que sou eu, mas nem se moveu desde o momento em que entrei no banheiro com ele.Fico por um instante parada atrás dele, pensando em uma forma normal e nem um pouco suicida de abordar Matteo. Penso na maneira que acho menos arriscada ou talvez a mais arriscada.Abraço seu corpo por trás, deixando minhas mãos passarem por toda a extensão da barriga de Matteo. Ele não tem nenhum tipo de reação no início, mas logo arranca minhas mãos de seu corpo._ O que está fazendo aqui ainda? Não ia fugir?_ pergunta, em um tom sarcástico, ainda de costas._ Sim, eu ia, no passado. Não vou mais. Só estava pensando em como vir falar com você._ Então resolveu usar o corpo? “Que comportamento questionável”, meu pai diria. Ah, meu pai não está mais aqui.Ele usa um tom amargurado e triste ao mesmo tempo.Queria poder t
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