Entrei no quarto com a Bela no colo, a porta batendo atrás de mim. O menino do hotel, provavelmente recém-saído do ensino médio, quase tropeçou nas próprias pernas pra largar a mala e sumir do corredor. Eu tinha demonstrado a minha impaciência pra me ver logo livre de terceiros. Precisava ficar sozinho com Bela o mais rápido possível. — Obrigado, agora nos deixe sozinhos logo —, falei antes dele fechar a porta. — Você gostou de me carregar por aí, né? — ela brincou, a voz rouca manhosa demonstrava as segundas intenções. Sorri de canto. — Gosto. Joguei ela na cama. Estava linda. Já era, desde sempre, mas agora, essa confiança a deixava ainda mais sexy. E era minha mulher, minha, e eu nem sabia se merecia tanto. Ela ficou de joelhos no colchão, me puxou pela gravata. — Vem cá. Beijei seu pescoço, mordisquei a pele até sentir ela arrepiar, o cheiro do perfume dela me deixando louco. Bela me empurrou contra a cama, subiu em cima de mim com a agilidade, ajeitando o tecido do vestid
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