Aslı despertou suavemente ao som da voz do piloto, que anunciava o início da descida em solo turco. Ainda envolta pela sonolência, virou o rosto e encontrou Volkan dormindo ao seu lado, tranquilo, como se o mundo lá fora pudesse esperar. Com delicadeza, tocou-lhe o rosto, percorrendo a barba com a ponta dos dedos, antes de depositar um beijo leve em sua pele.Volkan despertou ao sentir os lábios da esposa. Abriu os olhos devagar, ainda preso àquele instante íntimo, enquanto Aslı, com um sorriso sereno, sussurrava que estavam chegando e que era hora de apertar os cintos.— Acho que dormi mais do que devia — murmurou ele, passando a mão pelo rosto e olhando o relógio.Era madrugada. O mundo ainda despertava, mas para eles, aquele retorno marcava um recomeço silencioso. Tudo o que Volkan desejava, naquele instante, era um banho quente e algumas horas de descanso ao lado dela — nada além disso.O pouso foi suave. Já em terra, Volkan ajudou Aslı com a bolsa, conduzindo-a até a área de dese
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