20 minutos depois, usando uma calça jeans, tênis e uma camiseta polo preta, o arquiteto cumprimentou o pai, que lia o jornal na sala, e seguiu para a cozinha falar com a mãe.— Bom dia, filho! Venha, sente-se aqui, que vou pedir para Lúcia preparar algo para você.— Vovó, não precisa. Deixa que a tia Marina vai preparar o omelete de queijo que meu pai gosta.Sofia mais atrapalhava do que ajudava; era Marina quem organizava as coisas na cozinha, enquanto Lúcia arrumava a casa.— Papai, o omelete que ela faz é tão bom! Eu sei que o senhor vai gostar.— Sofia, deixa a Lúcia ouvir isso que ela vai ficar triste.— Ah, vovó, mas é verdade! Eu não tenho culpa se ela cozinha bem. Vamos, vovó, o vovô Luciano está sozinho na sala. Deixa que a tia Marina prepare tudo. Quero terminar de montar o quebra-cabeça que começamos e não terminamos ainda.Sofia e Francesca saíram e deixaram os dois sozinhos na cozinha.Marina tentava disfarçar o nervosismo ao ficar sozinha com Rafael. Sofia, às vezes, fal
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