As mãos dela deslizaram pelo peito dele, unhas arranhando levemente a pele suada, traçando cada sulco rígido do abdômen que pulsava sob os dedos. Quente, tenso, vivo como um animal acordando. O gemido baixo de Max vibrou no ar grosso do quarto quando ela desceu até o cós da calça, um som gutural que arrepiou a espinha dela, fazendo os mamilos endurecerem contra o tecido fino. Ele a devorou com um beijo feroz, boca colada à dela, línguas se chocando em fome crua, respirações entrecortadas misturando o sal do suor e o gosto metálico de desejo puro… Um fogo que queimava o ar dos pulmões. Tina enrolou as pernas na cintura dele, puxando-o com força instintiva, os quadris se encaixando num roçar elétrico que fez o ventre dela contrair, úmido e faminto. O controle de Max se estilhaçou ali, num tremor violento. — Você não faz ideia… Rosnou ele, voz rouca rasgando o silêncio, o peito arfando contra o dela.— Do quanto preciso de você. Do quanto isso me destrói. — Então, me mostra. Ela a
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