"Precisa de você?" Luana zombou. Com a riqueza e os recursos da família Curie, encontrar uma enfermeira profissional e obediente seria moleza. "Você precisa do meu pai, não é? Se você se comportar, podemos ficar mais um pouco, caso contrário..." Luana não chegou a concluir a frase, mas a expressão de Debora mudou drasticamente, e um lampejo de medo brilhou em seus olhos. No entanto, ela rapidamente se obrigou a se acalmar. Afinal, se Luana e seus irmãos fossem realmente capazes de expulsá-la, já o teriam feito há dez anos. Debora confiava em suas próprias habilidades de manipulação e, no fundo, sentia desprezo pelas ameaças. Espere para ver quem dará a última risada, pensou. Luana não queria perder mais tempo. Lucca, Matteo e Mia estavam exaustos. "Lucca, Matteo, Mia, vamos embora." Ela passou por Debora sem sequer olhá-la. Debora, furiosa, entrou na sala e chamou com voz lamentosa: "Querido". O velho Curie, que cochilava, abriu os olhos lentamente. "Ah, você voltou." "Acabei
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