Cristiano se virou, decidido a ir atrás de Isabela.Mas, de novo, os homens de Isabela barraram a passagem. Disseram que ela estava descansando depois do almoço e que ninguém tinha autorização para incomodá-la naquela hora.Cristiano ficou tão furioso que sentiu o peito prestes a explodir.Ela vivia dizendo que não queria se divorciar.Mas aquilo era postura de quem realmente queria continuar casada com ele?Dentro da própria casa, tudo agora estava ocupado por estranhos, todos gente dela.E ele, o marido, para vê-la, ainda precisava da autorização dela.Cristiano cerrou os dentes.— Meu voo é às cinco. Avisem a ela que tenho assuntos para tratar.O homem à sua frente respondeu no mesmo tom neutro de antes:— Desculpe, mas, durante o descanso da senhora Isabela, ninguém pode interrompê-la.Não importava o que Cristiano dissesse.A resposta dos homens de Isabela era sempre a mesma.Em outras palavras: se quisesse esperar, que esperasse.Antes, em Vila Real, era sempre Isabela quem ficav
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