Máximo, zangado, voltou a discar o número de telefone de Sebastián, mas novamente o homem não atendeu a ligação. Ele tentou conter sua raiva, embora fosse uma tarefa complicada. Abigail passou por ali com uma xícara na mão enquanto olhava fixamente para o marido.— Algo está acontecendo com você, Máximo? — ela quis saber, depois de dar um segundo gole em sua bebida quente.— Não é algo da sua conta. Além disso, por que você não está na cama? — ele quase a repreendeu, e ela o ignorou, sentando-se no sofá.— Você pensa que eu sou uma criança ou algo parecido? Além disso, depois do infarto, eu não quero ficar apenas prostrada em uma cama. Eu já me sinto melhor.— Você está buscando ter um segundo infarto, por acaso? Desta vez poderia ser fulminante.— Não, eu só estou sentada, bebendo algo. Eu não estou fazendo nada que altere minha saúde, então pare de exagerar.Ele bufou.Depois disso, Máximo se sentou ao lado dela, ainda atento ao telefone, esperando de alguma forma receber uma ligaçã
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