163. Mais um pra conta
AndréAcordo antes do despertador. Por alguns segundos fico parado, olhando o teto, tentando entender por que meu corpo decidiu despertar tão cedo. Então sinto o peso quente ao meu lado e viro o rosto de lado.Laís está dormindo, de bruços. O lençol cobre apenas metade do corpo dela, deixando a curva perfeita da bunda descoberta. O cabelo espalhado pelo travesseiro, a respiração calma, lenta, tranquila. Uma visão que eu não queria esquecer jamais.Mordo o lábio.Como diabos eu tive tanta sorte? Estendo a mão e passo os dedos devagar pelas costas dela. Ela resmunga algo baixo, mas não acorda. Sorrio, e desisto, gostaria de aproveitar aquela vista por mais um tempo.Meu celular vibra na mesa de cabeceira e bufo, já esperando ser minha mãe de novo. Ela não me deu paz até as 2 da manhã. Acho que entendeu que eu não ligava para o que ela ou a amiga dela estavam fazendo. Não era problema meu.Quando finalmente olho a tela, solto o ar com força, sabendo que seria mais um dia daqueles. Era um
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